sábado, 22 de março de 2014

Descompactador multi formatos

O programa unp é um pequeno script em perl para descompactar diversos formatos de pacotes como 7z, zip, tgz, cab, deb, rpm etc.
Se você costuma descompactar muitos formatos de arquivos diferentes, o unp é muito bom não precisando se lembrar das opções de descompactação de cada um ou usar a ajuda --help para isto tornando bem prático o seu uso.
O unp somente descompacta no diretório atual que se encontra o arquivo compactado, não aceita especificação pra extrair somente *.doc ou leia.doc ou especificação para extrair em um caminho diferente do local atual, bem como listar o conteúdo do arquivo compactado, sendo descompactado todo o conteúdo do arquivo compactado no diretório atual.

Exemplo:
Para descompactar um arquivo 7z o programa p7zip deve está instalado, para arquivos arj o arj deve está instalado e assim por diante para outros formatos de arquivos.
Quando você executa unp arquivo.7z ele faz uso do programa 7z para extrair o conteúdo do arquivo.7z e caso o mesmo tenha senha, basta digitar a senha para extração.

Os formatos suportados pelo unp são:

7z: p7zip ou p7zip-full
ace: unace
ar,deb: binutils
arj: arj
bz2: bzip2
cab: cabextract
chm: libchm-bin ou archmage
cpio,afio: cpio ou afio
dat: tnef
dms: xdms
exe: maybe orange or unzip or unrar or unarj or lha
gz: gzip
hqx: macutils
lha,lzh: lha
lz: lzip
lzma: xz-utils ou lzma
lzo: lzop
lzx: unlzx
mbox: formail e mpack
pmd: ppmd
rar: rar ou unrar ou unrar-free
rpm: rpm2cpio e cpio
sea,sea.bin: macutils
shar: sharutils
tar: tar
tar.bz2,tbz2: tar com bzip2
tar.lzip: tar com lzip
tar.lzop,tzo: tar com lzop
tar.xz,txz: tar com xz-utils
tar.z: tar com compress
tgz,tar.gz: tar com gzip
uu: sharutils
xz: xz-utils
zip,cbz,cbr,jar,war,ear,xpi,adf: unzip
zoo: zoo

Se o programa que serve para descompactar o arquivo não estiver instalado ao executar o unp seguindo pelo nome do arquivo compactado, o unp avisa que o mesmo não está instalado e mostra o nome do programa necessário.

Exemplo:
$ unp arquivo.zoo
Erro, os seguintes pacotes precisam de estar instalados antes de continuar:
zoo

Download
Na distro ubuntu e derivadas faça: sudo apt-get install unp

Para ajuda: unp -s ou man unp





sexta-feira, 7 de março de 2014

ZVideo - conversão e edição de vídeos

É um script em zenity para conversão de vídeos em diversos formatos para que usa muito o mencoder e o ffmpeg em linha de comando a fim de facilitar muito o seu trabalho sem precisar decorar paramentos ou ficar consultado suas anotações frequentemente.
O ZVideo também faz ainda screencast do desktop ou em janela, ripa DVDs, embuti legenda, faz cortes em vídeos, cria vídeos de fotos etc.. e também vem com dicas de como rotacionar e corrigir brilho em vídeos e muitas outras dicas mais. 

Para instalar: sudo tar -xzvf zvideo.versão.tgz  -C /

Depois é só acessar o Menu Multimídia e escolher ZVideo 

Requerimentos: zenity, mencoder, ffmpeg, firefox, xterm.

Download: ZVideo 2.1

Abaixo algumas telas do ZVideo


quarta-feira, 5 de março de 2014

Criando uma partição na memória RAM

No Linux há várias formas de criar um disco virtual (partição virtual) na memória ram, usando o comando mount ou o dd, sendo a mais simples há apresentada abaixo em que não precisa formatar a ram disk, ou alterar permissões da pasta.


Suponhamos que você queira criar uma partição com 250MB de tamanho dentro da RAM .

Primeiro devemos criar um ponto de montagem para o disco virtual.
# mkdir /mnt/ram

Criando o disco virtual

# mount -t tmpfs none /mnt/ram -o rw,size=250m

ou

# mount -t tmpfs tmpfs /mnt/ram -o rw,size=250m


Para desmontar o disco virtual

# umount /mnt/ram

Observações:

Onde /mnt/ram é uma pasta vazia no disco rígido que será usada como ponto de montagem do disco virtual dentro da memória RAM.
Não é preciso formatar ou especificar um sistema arquivos para o disco virtual e nem precisa alterar a permissão da pasta /mnt/ram que você conseguirá gravar arquivos mesmo como usuário comum.
Quando o disco virtual for montado você não verá diferença nenhuma na memória livre ao usar o comando free, sendo notada somente quando você começar copiar arquivos para este disco virtual que você verá que a memória livre diminuir a medida que você copia arquivos quando utilizar o comando free antes e depois da copia de arquivos.
Como é um disco virtual ao desmontar o mesmo ou se o computador for reiniciado todos os arquivos nele serão pedidos; portanto não esqueça de sempre de copiar os mesmos para o disco rígido.


Este recurso de criar um disco virtual pode ser útil em diversas situações, já que a velocidade de acesso na abertura de arquivo é muito mais rápida dentro da memória RAM do que abrir o mesmo arquivo armazenado no disco rígido, no caso de se tratando de arquivos pesados e muito grande. Outros exemplos é a copilação de programas, armazenamento de cache de um servidor ou navegadores web.

Este recurso é útil se você tem bastante memória RAM instalada e deste que sobra bastante espaço livre na RAM que você não costuma utilizar todo diariamente, mas atenção procure não utilizar mais que a metade da RAM livre ao criar o disco virtual, pois você precisará de espaço na RAM para execução dos seus programas.

Criando o disco virtual na inicialização do sistema


Se você desejar fazer uso frequente do disco em RAM, coloque a seguinte linha no seu arquivo /etc/fstab.

tmpfs /mnt/ram tmpfs size=250M,rw 0 0

O mesmo será criado e montado automaticamente no ponto de montagem /mnt/ram.


segunda-feira, 3 de março de 2014

Conky - Configuração personalizada

Esta é uma configuração personalizada e simples para o monitor Conky, mas tem como fazer uma configuração bem mais avançada (usando até imagens gráficas para os elementos a serem monitorados), mas que requer alguns pacotes e libs extras.

Nesta configuração, a única coisa que você vai precisar é baixar algumas fontes da Internet que imitam figuras para dar um visual legal.

O Conky tem inúmeras opções, se você quiser melhorar o visual e acrescentar novas funções, estude este modelo e depois, no terminal, digite o comando:

$ man conky

... para conhecer todas as suas opções.

Antes de configurar o Conky, você tem que ter instalado os pacotes lm-sensors e hddtemp, devendo saber configurar os mesmos para depois configurar o monitor Conky.

Você deve editar o arquivo "~/.conkyrc" ou criar o arquivo, caso não exista, com a configuração abaixo:

#
update_interval 0.5
double_buffer yes
own_window yes
own_window_type desktop
own_window_transparent yes
use_xft yes
xftfont Liberation Mono:size=10
maximum_width 310 # largura
default_color white
alignment top_right
uppercase no
background yes
own_window_hints undecorated,sticky,skip_taskbar,skip_pager,below


TEXT
$nodename - $sysname $kernel
$machine Xubuntu 12.10
${color yellow}${font OpenLogos:size=30}t${font}
$hr
${color lightgrey}${font stylebats:size=18}P${font} Uptime:$color $uptime ${color lightgrey}
${font stylebats:size=18}X${font} Load:$color $loadavg
${color green}CPU Usage:${color yellow} ${cpu}% ${color yellow}${cpubar 12,40}
${color #ffac82}CPU$color: $freq MHz
${color red}${cpugraph 25,215}
${color lightgrey}RAM Uso:$color $mem/$memmax - $memperc%
${color lightgrey}Swap Uso:$color $swap/$swapmax - $swapperc%
${swapbar 12,200}

$color$stippled_hr
${color lightgrey}Networking:
Down: ${downspeed eth0} k/s ${alignr} Upload: ${upspeed eth0} k/s
${downspeedgraph eth0 10,50} ${alignr}${upspeedgraph eth0 10,50}
${totaldown eth0} ${alignr}${totalup eth0}

/ Uso:${fs_used /} T:${fs_size /} L:(${fs_free_perc /}%)

${color #ff5a00}Name ${alignr} PID CPU% MEM%
${color #ddaa00} ${top name 1} ${alignr}${top pid 1} ${top cpu 1} ${top mem 1}
${color lightgrey} ${top name 2} ${alignr}${top pid 2} ${top cpu 2} ${top mem 2}
${color lightgrey} ${top name 3} ${alignr}${top pid 3} ${top cpu 3} ${top mem 3}
${color lightgrey} ${top name 4} ${alignr}${top pid 4} ${top cpu 4} ${top mem 4}

CPU1: ${cpu cpu1}% $freq MHz ${alignr}${cpubar cpu1 8,60}
CPU2: ${cpu cpu2}% $freq MHz ${alignr}${cpubar cpu2 8,60}

$stippled_hr
Temperaturas
# Para a CPU
${color red}${font Weather:size=18}z${color}${font} CPU Temp: ${execi 1 /usr/bin/sensors | grep temp2 | cut -c11-20;}${alignr 3}
# Para a Placa Mae
${color red}${font Weather:size=18}z${color}${font} MB Temp : ${execi 1 /usr/bin/sensors | grep temp1 | cut -c11-20;}
# Temperatura do disco
${color red}${font Weather:size=18}z${color}${font}Temp disco: ${execi 10 /usr/sbin/hddtemp -q /dev/sda | cut -c28-35;}
# Medicao da rotacao da ventuinha da cpu
${font stylebats:size=18}l${font}RPM FAN : ${execi 1 /usr/bin/sensors | grep fan2 | cut -c11-22;}

# Relogio
${alignc}${color #FF0412}${font Arial Black:size=16}${time %H:%M:%S}${font}${color}
${alignc}${font Arial Black:size=11}${time %A}, ${time %e} de ${time %B} de ${time %G}${font}


Obs.: não pode haver quebras de linhas nos comandos, se tiver aqui é devido à formatação da página.

Este modelo de configuração deixa o monitor preso ao desktop não tendo como mover o mesmo, mas você pode ver o papel de parede através do monitor.

Este modelo é configurado para CPU de 2 núcleos ou seja, Dual Core ou Core 2Duo, se você tiver apenas uma sigle Core, apague a linha CPU2: ou caso possua uma de 4 núcleos é só adicionar a linha CPU3: e CPU4: seguindo o modelo das outras.

Baixar da internet as fontes:

  •     PizzaDude Bullets
  •     OpenLogos
  •     Wheather
  •     Devil Inside
  •     StyleBats 



Elas serão utilizadas na configuração do Conky para criar ícones.

Sites com fontes:

    http://www.1001fonts.com
    http://www.netfontes.com.br 


Instalando as fontes a nível de usuário
Crie a pasta "~/.fonts" (caso não exista) e descompacte as fontes baixadas, caso esteja compactadas, nesta pasta.

Depois execute o comando:

$ fc-cache -fv

Como especificar o nome da fonte no monitor?

Observe a saída do comando da fonte PizzaDude Bullets instalada:

$ fc-list | grep -i pizza

 /home/nando/.fonts/PIZZADUDEBULLETS.ttf: 
  PizzaDude Bullets:style=Regular

Como saber qual figura para personalizar o meu monitor?

Na fonte OpenLogos, a letra 't' gera a figura do Tux.

Você pode usar o LibreOffice: escolha a fonte desejada no Writer e vá digitando as letras para ver quais figuras vão sendo geradas; repita os mesmos procedimentos nas outras fontes baixadas.

A letra 'v' com a fonte OpenLogos, gera o símbolo do Ubuntu junto com o nome Ubuntu.

Obs.: o CapsLock ligado gera outra figura diferente ao usar a mesma tecla.

Algumas fontes pode não aparecer o nome na listagem geral da caixa de fontes ao rolar a mesma de qualquer aplicação gráfica, e sim, somente as figuras da mesma será exibida. Mas, ao selecionar a fonte desejada, o nome da mesma será listada na caixa de fonte.

Posição do Conky no desktop

Você pode especificar a posição adequada do monitor Conky na tela ao iniciar, sendo esta posição de acordo com a resolução de tela do seu desktop:

$ conky -x 60 -y 50
$ conky -x 100 -y 50

Você deve ir testando qual é a melhor posição para o Conky no seu desktop. Experimente ir aumentado ou diminuindo apenas o valor '-x' e achado a posição desejada, passe para o valor '-y'.

Inicie sempre o Conky em uma janela de terminal durante os testes e depois mate o processo do Conky com o comando:

$ killall conky

Em outra janela de terminal, para você poder testar outra posição.

Ao achar a melhor posição, para iniciar o Conky automaticamente ao iniciar o seu gerenciador de janelas, coloque a seguinte linha de comando num arquivo tipo auto-início ou uma opção de executar comandos na inicialização do seu ambiente gráfico.

Exemplo: conky -x 100 -y 50 -c /home/nando/.conkyrc &

Notas
Se você criar o arquivo ".conkyrc" (oculto na sua pasta Home), este será o padrão que será utilizado pelo Conky ao executar somente o comando conky, sem especificar um arquivo de configuração a ser carregado usando o "flag -c".

Os valores após o cut na linha do hddtemp, precisarão ser reajustados conforme a marca e modelo do seu disco rígido.

eth0 = é a placa de rede com acesso à internet, substitua pela sua, que pode ser eth1, wlan0, etc...

Linhas para monitorar a bateria de notebook
A bateria pode ser BAT0 ou BAT1, para saber o número da sua bateria, em uma janela de terminal, digite o comando:

$ ls /proc/acpi/battery/

... que irá aparecer o número da mesma. Aí é só adicionar no arquivo assim: battery BAT1

No meu caso:

${color lightgrey}Bateria:$color ${battery BAT1}


Se a bateria estiver sendo usada, será exibido na janela do Conky:

    Bateria: discharging 50% 

Outra linha para baterias:

${color F8DF58}${font StyleBats:size=16}8${font} Battery: ${battery_percent}% ${battery_bar}

Mais outro modelo:

Bateria ${battery_time BAT1} ${alignr}(${battery BAT1}) ${battery_bar 4 BAT1} 


A imagem abaixo, utiliza a configuração desta dica:

  

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Controle o VLC Media Player remotamente com seu Smartphone

Para controlar o seu vlc do computador remotamente usando um Smartphone com Android via Wi-Fi, não é necessário instalar nenhum app para isto, basta executar o vlc no computador e usar o navegador web do celular (necessário ter um roteador wireless).

No vlc acesse o menu Ferramentas/Preferências, na parte inferior em Exibir Configurações, marque Detalhado. Agora localize Interfaces principais e marque a opção Web para habilitar o layout web do vlc e depois clique no botão Salvar.




Agora outra configuração importante é a configuração do IP do seu celular para que o vlc possa ser controlado remotamente.

Para descobrir o IP local do Smartphone, acesse Configurações/Wi-Fi, pressione o dedo sobre o nome da sua rede conectada para exibir informações, no qual aparecerá o IP do Smartphone.


Para plataforma Linux:

Editar o arquivo /usr/share/vlc/lua/http/.hosts com um editor de texto ASCII de sua preferência.

Abaixo da última  linha  do arquivo (#0.0.0.0/0) coloque um comentário como #meu celular e depois abaixo da mesma o IP do seu celular.

#0.0.0.0/0
#meu celular
192.168.1.101

Salve o arquivo e reinicie o vlc caso o mesmo estava aberto.

Agora no computador execute o vlc, abra um arquivo de música, ou uma playlist de música, um vídeo ou então uma pasta somente de mp3s ou vídeos.

No Smartphone abra o navegador web e digite o IP local do computador seguindo por :8080.
Irá aparecer botões de controle para o vlc, podendo pausar, parar, avançar pra o próximo arquivo (somente se for aberto uma playlist de música pelo vlc do computador ou aberto uma pasta com arquivos de música ou vídeos) e outros botões. Você também pode abrir um arquivo do computador pela interface web do Smartphone, mas terá sempre que navegar a partir do seu HOME, até o local que está o arquivo toda vez quando utilizado este método, para abrir outro arquivo.


Usando o Smartphone para controle o vlc remotamente é muito útil se você costuma escutar mp3s pelo computador não estando sentado na frente do mesmo ou para assistir filmes e vídeos baixados estando bem longe da tela do computador.


Nota:
Para funcionar o acesso ao vlc remotamente, o seu firewall deve está desabilitado ou então crie uma regra para permitir o acesso pela porta 8080.

Para quem usa o ufw em linha de comando, para liberar a porta 8080 tcp.

# ufw allow 8080/tcp

Dicas extras:

Se você tem mais de um computador em casa, e também utiliza tablet, além do Smartphone, coloque mais de uma linha de IP no arquivo /usr/share/vlc/lua/http/.hosts já que conforme a ordem de ligamento dos dispositivos poderá o Smartphone ter outro IP diferente.

Exemplo:
#meu celular
192.168.1.101
192.168.1.102
192.168.1.103


Se você tiver 4 dispositivos os IPs sempre se alternará entre estes para o Smartphone, já que o primeiro computador ligado terá o IP 192.168.1.100 (faixa de IPs gerados para roteador wireless com IP 192.168.1.1).

Na foto abaixo a interface web do vlc pelo Smartphone que é um pouco diferente quando executada no seu próprio computador quando o mesmo está em execução.


 
Se a configuração foi feita corretamente no vlc e o mesmo estiver em execução, você deverá conseguir executar a interface web do vlc no seu computador local digitando a url http://localhost:8080/

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Criando um vídeo de fotos com o OpenShot


Adicionar imagens de nomes de arquivos aleatórios

As fotos pode ter qualquer nome, tamanho variado e ser de vários tipos como jpg, png etc deste que sejam suportados pelo OpenShot.
Menu Arquivo/Importar arquivos, acesse a pasta onde estão as imagens, selecione o primeiro arquivo desejado e role até o último arquivo desejado e pressione a tecla SHIFT antes de clicar no mesmo e depois clique em Adicionar.

Será exibida uma janela de aviso: Você gostaria de importar imagem001.jpg com uma sequencia de imagens ? Clique em Não.

Para incluir um arquivo de som Menu Arquivo/Importar arquivos, acesse a pasta onde o mesmo se encontra selecione e clique em Adicionar, o mesmo ficará abaixo da última foto adicionada, na aba Arquivos do Projeto.

Nota:
Não é preciso importar as imagens tudo de uma vez pode ser em etapas também conforme a necessidade.

Trilha

Para inserir/remover/renomear/posição/limpar uma trilha, clique com o botão direito do mouse no inicio da trilha na parte do nome da mesma.

As imagens que estão em Arquivos do Projeto devem ser inseridas uma a uma na trilha especifica para as imagens, simplesmente arrastando a imagem com o mouse para a mesma.
O arquivo de som ou vídeo deve ser inserido em outra trilha separada, também arrastando o mesmo como o mouse.






1= botão de Ferramenta de Redimensionamento
2 = serve para diminuir/aumentar o zoom da trilha, diminuindo para 1 segundo você localiza fácil a onde está parado o cursor de movimento do vídeo (linha vermelha na vertical sob as trilhas), além de exibir as miniaturas das imagens dentro do clipe.
3 = Transição inserida em um clipe.

Nota:
As imagens, áudio ou vídeo inseridos na trilha recebem o nome de clipe.


Inserindo uma seleção de imagens na trilha, em vez de uma por uma

Selecione os arquivos que estão na aba Arquivos do Projeto, usando a tecla CTRL para selecionar um a um ou use SHIFT para estender a seleção após selecionado o primeiro, depois clique com o botão direto do mouse na seleção e escolha a opção Adicionar à Linha do Tempo...

Nota:
A seleção é adicionada a trilha na posição atual do Marcador (linha vermelha que fica entre as trilhas, que se movimenta na pré-visualização do vídeo), podendo ser repetido mais de uma vez este processo, mas fique atento sempre na posição atual do Marcador.


Inserido Efeitos em um clipe

Clique sob o clipe de imagem desejado na trilha usando o botão direito do mouse e escolha a opção Animar e escolha o efeito desejado.

Inserido Transição em um clipe

Clique na aba Transições, selecione a transição desejada e arraste para o clipe desejado de maneira que o retângulo da transição fique do meio para baixo neste clipe pegando parte da trilha de baixo, e se feito corretamente o retângulo da transição deve ter o mesmo comprimento do clipe da imagem ou um pouco menor, caso fique muito maior pode não funcionar o efeito ou ser aplicado aos outros clipes seguintes.

Nota:
O retângulo da transição pode ser redimensionado com o mouse e quanto mais menor for em relação ao clipe da imagem, menor será o tempo da transição.

Aba Efeitos

Para aplicar arraste o efeito desejado para cima do clipe na trilha da imagem.
Os mais interessantes são:

Sépia = deixa a foto com um tom de foto bem antiga, na cor amarelada.
Girar = da uma pequena girada na imagem.
Pexelizar = deixa a imagem com pixel ou seja a imagem fica ladrilhada.
Tehroxx0r = cria um efeito de duplicação da imagem e joga uma um pouco menor sob a outra

O efeito inserido no clipe é representado por uma estrela no mesmo.

Salvar Projeto

Se você não vai terminar a criação do vídeo salve o projeto antes de encerrar o mesmo, podendo continuar de onde parou, sendo utilizada a extensão .osp automaticamente para o projeto.

Se você tiver dúvida em que perfil salvar, salve com o perfil padrão do projeto que é DV/DVD NTSC, escolha o caminho onde salvar e digite um nome para o mesmo, mas tarde quando concluído você pode exportar para o formato que quiser.

Não remova os arquivos utilizados no OpenShot das pastas a onde eles estão, se você pretende continuar a criação do vídeo mais tarde, sendo que os mesmos somente poderão ser removidos quando você concluir o projeto e exportar o mesmo para um formato de vídeo.


Determinar o tamanho de duração padrão de cada imagem inserida na trilha


Menu Editar/Preferencias em Duração da imagem importada, o tempo padrão é 1.00 segundos, altere para o seu gosto, sendo o ideal 3 ou 4 segundos por imagem.

Nota:
Você deve alterar o tempo de duração padrão antes de inserir a primeira imagem, para todas ficar no mesmo tempo, mas também você pode mudar o tempo padrão depois de já ter inserido muitas imagens sem problema, mas somente a partir das próximas imagens inseridas é que terá este novo tempo, as anteriores continuarão no tempo anterior antes da alteração.

Tempo individual de cada clipe

Você pode também determinar um tempo de duração individual de cada clipe, clicando no botão Ferramenta de Redimensionamento usando o mouse para aumentar ou diminuir o tamanho do retângulo do clipe na trilha, que pode ser diferente do padrão configurado.

Título

Você pode inserir um título para o vídeo, mas crie o mesmo preferencialmente antes de arrastar a primeira imagem para a trilha e insira ele primeiro. O título criado fica na aba Arquivos do Projeto, abaixo da última imagem adicionada. Pode escolher fonte, cor de fonte e de fundo da imagem.

Para inserir título animado o blander deve está instalado e a criação do título animado leva 6 minutos e o tempo padrão do mesmo é de 7 segundos no clipe.


Deslocando um clipe

Use o botão direito do mouse sob o clipe desejado e escolha a opção Deslocar Clipes que serve para você empurrar o clipe atual mais para frente abrindo lugar para inserir um ou mais clipes nesta posição dependendo do intervalo escolhido, sendo o padrão 5 segundos. Agora é só arrastar uma das imagens que está na aba Arquivos do Projeto.

Substituindo um clipe

Esta opção serve para você substituir um clipe na posição atual de uma imagem que você não gostou, não ficou bem o seu tamanho em relação aos outros, ou que adicionar uma foto de última hora ou quer a mesma nesta posição atual do vídeo.
Botão direito do mouse sob o clipe, escolha a opção Substituir Clipe, será aberta uma janela para você navegar a onde está a imagem a inserir, navegue até o arquivo e clique no botão Adicionar e pronto.

Gravar o vídeo

Menu Arquivo/Exportar Vídeo... ou botão (vermelho) Exportar Vídeo.

Utilize a aba Simples, digite o nome para o vídeo e escolha a onde salvar, e utilize as opções abaixo da figura ou escolha outras de sua preferência.
Não é preciso digitar a extensão para o arquivo, o OpenShot adicionará automaticamente a mesma de acordo com as características escolhidas para o vídeo.




O vídeo criado utiliza o codec de vídeo MP4V, janela tamanho de 384x288 fps 25 bitrate de vídeo 400 kbps, propriedades obtida com o mplayer e tendo boa qualidade nas imagens.
Agora é só enviar seu vídeo para o youtube e compartilhar com seus amigos.


Abaixo uma pequena amostra de um vídeo criado com o OpenShot.




domingo, 19 de janeiro de 2014

Trocando ou renomeando o nome de label do pendrive


Para realizar qualquer tarefa utilizando os comandos do mtools o pendrive deve está sempre desmontado, e o mesmo deve ser feito como root ou usando o sudo.

Utilizando pelo device do pendrive 

Para listar o nome atual

# mlabel -i /dev/sdb1 -s ::

Para colocar ou alterar o nome 

# mlabel -i /dev/sdb1 -s ::branquinho1

Onde branquinho1 é novo nome de label do pendrive.
O limite é de 11 caracteres e não pode haver espaços branco no nome.
Ao executar o comando ele sempre exibi o nome anterior do label caso existia.

Caso for exibido:
"Total number of sectors (7831520) not a multiple of sectors per track (63)!", execute:

# echo mtools_skip_check=1 >> ~/.mtoolsrc


Agora se você utiliza muito os comandos do mtools com pendrive faça a seguinte configuração:

Primeiro vamos editar o arquivo /etc/mtools.conf e atribuir uma letra de unidade de disco.
Na seção Linux floppy drives troque o fd0 pelo device gerado ao conectar o primeiro pendrive que normalmente é sdb1.

PS: Pra que tem somente um disco rígido e ser o mesmo for sda.

# Linux floppy drives
drive a: file="/dev/sdb1" exclusive
drive b: file="/dev/fd1" exclusive

Agora colocamos no final do arquivo a linha:
mtools_skip_check=1


Pronto.

Utilizando pela letra de unidade de disco

Colocado ou alterando um nome de volume do pendrive

# mlabel -s a:"pen azul" 

Nomes com espaços em branco coloque entre aspas duplas e o limite é de 11 caracteres incluíndo os espaços.

Listando o nome de volume do pendrive

# mlabel -s a: